Erasy – Valley of the Dying Stars

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Facebook / Bandcamp 

http://www.erasy.com.br

Erasy is a brazilian band that sails through Doom / Sludge and Stoner Rock-Metal. What they say in its biography is the band was formed in 2012 by
close friends who enjoy the slow and Sabbathic music, filled of fuzz, and of course a good beer. There was a need, yearning to be fed to create something in this line, something heavy, slow, sludge… something that could to summon sabbathic roots. So they went to beyond that…

In ending last year came to this world the “Valley of the Dying Stars”. And it is really a great album.

The Valley of Dying Stars“, is keen, heavy and loaded of energy that comes from these crazy guys. Erasy brings to us a solid work, we can feel the strength of emotion that they want to transmit to who is listening, with distortion riffs, double drum pedals, and a vocal several times distressing,  and everything with enough coherence making the hearing, a good hearing and not ending up into monotony.

There are others elements that make this a good record, not just the elements from genres already mentioned but beside it, for example: the double pedal that if you pay attention you’ll can listening it on whole album, and make everything more heavy, because I don’t know but maybe the manner wich the album was mixed and masterized ended up giving more emphasis on the double pedal and consequently turned it more heavy on grooves and everything else even being slow riff.

The album opens with the track wich named it, the track “The Valley of the Dying Stars“, is a space intro wich contains some guitar-drum jam followed by Sea of Sadness that drag us through a unclean riff by fuzz and a guttural voice, there’s a groove that basically, keeps up with the entire song, what I can highlight here is the solo and pauses of the song and this turns it into great song. From the beginning we can see or better, listen to that Erasy walks naturally into Doom, Sludge and Stoner. So we can go to the heavy song and 3th track called Dawn of Time, what the hell can I tell you about this song? Well, it’s a punch in your face! The song starts with a heavy riff that reminds me something from swedish Old Death Metal, and voice sounds more squeaky than before. This “music time”, is not commun when we are speaking about this kind of music, riffs like this is not commun into Doom/Sludge and Stoner music. But fuck it, man. Erasy creates something really good here. The 4th song is Telling Lies, this song contains a classic sludge stoner riff and a spatial solo. Nothing On The Other Side, the 5th song, kicks the door begining with a slow sludge riff but so the song makes a progression, and the progressions mark the song. Hollow, 6th song and one of my favorites, has a fucking harmonica on its intro, and it’s brillant, surprised me from my first hearing. The voice turns the stoner song into a sludge music, the intrumental of the song is very impressive too. We arrived at the last song, Living in Hell was a single in 2014.

To me, Valley of the Dying Stars is a fucking album to brazilian underground. From Brazilian scene has emerged good bands. Not just in Brazil, but whole the latin america is seeing it happen with proud. One tip: Do not let this album go unnoticed.

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Erasy é uma banda brasileira que navega através Doom / Sludge e Stoner Rock-Metal. O que eles dizem em sua biografia é que a banda foi formada em 2012 por
amigos próximos que curtem a música lenta e sabática, cheia de fuzz e, claro, uma boa cerveja. Havia uma necessidade, anseio à ser alimentado para criar algo nesta linha, algo pesado, lento, sujo… algo que poderia chamar raízes sabáticas. Então eles foram para além disso …

Ao terminar no ano passado veio a este mundo o “The Valley of Dying Stars“. E é realmente um ótimo álbum.

The Valley of Dying Stars“, é afiado, pesado e carregado de energia que vem desses loucos. Erasy nos traz um trabalho sólido, podemos sentir a força da emoção que eles querem transmitir para quem está ouvindo, com riffs distorcidos, pedais de duplo e um vocal várias vezes angustiante, e tudo com coerência suficiente fazendo a audição, um boa audição e não acabar em monotonia.

Há outros elementos que fazem deste um bom registro, não apenas os elementos dos gêneros já mencionados, mas ao lado deles, por exemplo: o pedal duplo que se você prestar atenção você pode escutá-lo em todo o álbum, e faz tudo mais pesado, porque eu não sei, mas talvez a maneira que o álbum foi mixado e masterizado acabou dando mais ênfase no pedal duplo e, conseqüentemente, tornou mais pesado em sulcos e tudo o resto, mesmo sendo lento riff.

O álbum abre com a faixa que o nomeou, a track “The Valley of Dying Stars“, é uma introdução espacial que contém jam guitar-drum seguido de Sea of Sadness que nos arrastar através de um riff imundo por fuzz e uma voz gutural , há um groove que, basicamente, mantém-se com a música inteira, o que eu posso destacar aqui é o solo e pausas da música e isso transforma ela em uma grande canção. Desde o início podemos ver ou melhor, ouvir que Erasy caminha naturalmente em Doom, Sludge e Stoner. Então nós podemos ir para a música pesada e 3ª faixa chamada Dawn of Time, o que diabos eu posso te contar sobre esta música? Bem, é um soco em sua cara! A música começa com um riff pesado que me lembra algo do Old Death Metal sueco, e a voz soa mais estridente do que antes. Este “tempo de música”, não é comum quando estamos falando sobre esse tipo de música, riffs como este não é comum em Doom / Sludge e música Stoner. Mas foda-se, cara. Erasy cria algo realmente bom aqui. A 4ª canção é Telling Lies, esta música contém um riff sludge stoner clássico e um solo espacial. Nothing On The Other Side, a 5ª canção, chuta a porta começando com um riff de sludge lento, mas a música faz uma progressão e as progressões marcam a música. Hollow, 6ª canção e uma das minhas favoritas, tem uma gaita do caralho em sua introdução, e é brilhante, me surpreendeu desde minha primeira audição. A voz transforma a canção de stoner em uma música de sludge, imunda, pesada, o intrumental da canção é muito impressionante foda. Chegamos à última música, Living in Hell, que foi um single em 2014.

Para mim, o The Valley of Dying Stars é um maldito álbum para o underground brasileiro. Da cena brasileira surgiram boas bandas. Não apenas no Brasil, mas toda a América Latina está vendo isso acontecer com orgulho. Uma dica: Não deixe este álbum passar despercebido.

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