Stone Lotus – Comastone

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Coming from desertic lands that collide with the Indian Ocean, Western Australia, the 3-man band appears to have emerged from a swamp of a horror movie, and perhaps that description was enough for the fans of Sludge. First of all, I usually say that every Sludge band coming from Australia makes a fucking good sound, and my friend Tiago Doombringer once fixed it, “Every band that comes from Australia is fucking good, dude.” And it’s true, it is difficult to find something that comes from this country that is not good.

Stone Lotus was spat out of the swamp in 2014 with the idea of creating their own Doom Metal with soundscapes, mixing crushing and guttural vocals, dissonant melody and moments of ambience and clarity. The result of this was a band from Sludge Doom Metal and one of the heaviest that ever emerged from Australian lands. Soon in the same year, they released their work of debut, an ep that carries the name of the band, containing the killers “Rise of the Lotus” and “Journey’s End”. In spite of the raw record, is a great work, and to speak the truth, it even contributes so that the disc is what it is. It is the alert because I know it’s not for all ears, but I have a crush on things that aren’t “High Definition”.

Continuing and following up the released ep in 2014, in April of this year, Stone Lotus released its long play Comastone, dirtier, heavier, more Doom than the predecessor. Here we have more Doom Riff Worship as in the opening song, the fantastic Swamp Coven, with classic elements of Doom and Proto Metal, but always maintaining an own form and individual spirit of the band. Soon in the first minute, it sounds like some classic band in sludge version, which is fucking good. Mountain Filth follows the footsteps of the opening track, a doomy blues sludge with dissonant passages, but the music makes room for one evolution giving another face for the music, a dissonant groove is done and it’s a point that I highlight in the second track. As the tracks are played the disc becomes heavier, and it is inevitable not to create horrible mental scenarios or at least to think of horror films. The dark and grotesque tracks Anthropocene, Comastone and 1622 are the heaviest tracks on the disc. We have instrumental moments in the songs Aum, Umbra and Straken, contributing to the diving in the disc environment.

The atmosphere of terror is installed from the first song, and it is easy for the listener to imagine whether in dark and gloomy scenarios but not only as fairy tales but perhaps as a good horror movie making us enter our own mental maze. You know that an art is good for you when you get a connection on a personal level. No matter what’s your point of view about it, Stone Lotus delivers a great disc and mark in the history of Sludge Metal and breaks this walls making this connection with who is listening.

I finish the review here saying that I believe that the heavy musical scene is very well represented not just in Australia but in the world, having this band in the front along with other names.

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Vindos de onde terras desserticas que colidem com oceano indico, Australia Ocidental, a banda composta por 3 caras parece ter saído de um pantano de filme de terror, e talvez essa descrição fosse o suficiente para os fãs de Sludge. Primeiro de tudo, costumo dizer que toda banda de Sludge que vem da australia faz um som foda, e meu amigo Tiago Doombringer, uma vez concertou isso, “Toda banda que vem da australia é foda, cara”. E é verdade, dificil é achar algo que venha desse lado que não seja bom.

Stone Lotus foi cuspida do pantano em 2014 com a ideia de criar seu próprio Doom Metal com paisagens sonoras, misturando vocais esmagadores em guturais
melodia dissonante e momentos de ambiente e clareza. O resultado disso foi uma banda de Sludge Doom Metal e uma das mais pesadas que já emergiram em terras
australianas. Rapidamente no mesmo ano lançaram seu trabalho de estreia, um ep que carrega o nome da banda contendo as matadoras Rise of the Lotus e Journey’s End. Apesar da grvação crua, é um ótimo trabalho, e para falar a verdade, até contrubui para que o disco seja o que ele é, fica o alerta porque sei que não é para todos os ouvidos, mas tenho uma queda para coisas que “High Definition”.

Dando continuidade e seguindo o lançamento do ep, em abril deste ano, Stone Lotus lançou o seu long play Comastone, mais sujo, mais pesado, mais Doom que antecessor.
Aqui temos mais Doom Riff Worship como na música de abertura a fantastica Swamp Witch, com elementos clássicos do Doom e Proto Metal, mas sempre mantendo uma
forma própria e espirito individual da banda. Logo no primeiro minuto soa como alguma banda clássica em versão sludge, o que é bom pra caralho.
Mountain Filth segue os passos da faixa de abertura, um sludge doomy blues com passagens dissonantes, mas a música abre espaço para uma evolução dando uma outra
cara a música, um groove dissonante é feito e é um ponto que destaco na segunda faixa. A medida que as faixas vão sendo tocadas o disco vai ficando mais pesado,
e é inevitavel não criar cenarios mentais horripilantes ou no minimo pensar em filmes de terror as sombrias e grotescas Anthropocene, Comastone
e 1622 são as faixas mais pesadas do disco. Temos momentos instrumentais nas músicas Aum, Umbra e Straken, contribuindo para o mergulho no ambiente do disco.

O clima de terror é instalado desde a primeira música, e é fácil para o ouvinte imaginar se em cenários escuros e sombrios, mas não só como contos de fadas,
mas talvez como um bom filme de terror nos fazendo entrar em nosso próprio labirinto mental. Você sabe que determinada arte é bom para você quando consegue uma conexão em um nível pessoal.
Independe de qual seja sua visão pessoal sobre isso, Stone Lotus nós entrega um ótimo disco e uma marca na historia do Sludge Metal.

Termino aqui o review dizendo que acredito que a cena músical pesada anda muito bem reprensentada tendo essa banda a frente junto com outros nomes.

 

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