Grey Widow – II [Album Review]

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Recorded at Skyhammer Studios in December last year and released in March this year, the second long play of the British blackened sludge doom metal band Grey Widow titled just as II, brings us 4 dark and agonising tracks following the footsteps of their first album release in 2014. The album was produced and mastered by respected names and already known by many on the scene. The signature of the production of the disc is on account of no less a person than Chris Fielding known for his work on the band Conan, the Time to Die album by Electric Wizard, Slomatics and many other bands in the scene. And mastered by James Plotkin, who worked with names like Rotting Christ, Windhand, Saint Vitus, also with Slomatics.pastedImage (1).png

But the work here presented by Owen Kartey, Darren Finnegan and Adam Crawley on Grey Widow‘s second album is far from being just production, just good names on production. The band has split space with bands like Cult of Occult and Primitive Man by Europe as well as having participated in a compilation done by CVLT Nation, playing the cover of the Black Flag. Since its first work has been well received by critics and listeners.

Worship nothing | Follow no one | Destroy everything

II has a heavy, dark and dense climate. The album is 4 tracks numbered in Roman numerals giving continuity their predecessors releases. The opening track of the album, titled only as XI, begins with distorted sounds of guitar, a distortion monolith is formed in its first few seconds, sounding like a Drone Doom Music, following with strong drum beats, until the music moves and gets faster. An agonising voice appears being shouted, the haunted voice merges with the groove that the music is taken, are 11 mins in which the movement is alternated. XII is a stoner sludge with touches of black metal, the main riff repeats over the 8 mins with some small variations hypnotising the listener. In XII highlight the beautiful solo in the obscure tone of the album. The song XIV closes the album, its first seconds are of tension until taking a slower tempo.

Gray Widow gives us an infernal album and worships the Riff in nihilistic tones. The mix between Black Metal and Stoner / Doom is astonishing and honours to the fans of both genres primarily are beginning to listen to extreme music.

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Gravado no Skyhammer Studios em dezembro do ano passado e lançado em março deste ano o segundo long play da banda britânica de blackened sludge doom metal Grey Widow entitulado apenas como II, nos trás 4 faixas obscuras e agoniante seguindo os passos de seu primeiro album lançamento em 2014. O album foi produzido e masterizado por nomes de peso e  já conhecido por muitos dentro da cena. A assinatura da produção do disco fica por conta de ninguém menos que Chris Fielding conhecido por seu trabalho na banda Conan, o album Time to Die do Electric Wizard, Slomatics e muitas outras bandas da cena.  E masterizado por James Plotkin, que trabalhou com nomes como Rotting Christ, Windhand, Saint Vitus, também com Slomatics.

Mas o trabalho aqui apresentado por Owen kartey, Darren Finnegan e Adam Crawley no segundo album de Grey Widow está longe de ser apenas produção. A banda tem divido espaço com bandas como Cult of Occult e Primitive Man pela europa além de ter participado de uma coletanea feita pela CVLT Nation, tocando o cover do Black Flag. Desde seu primeiro trabalho tem sido bem recebido pela critica e ouvintes.

Não Cultue nada, Não siga ninguém, Destrua tudo.

II tem um clima pesado, negro e denso. O album são 4 faixas numeradas em algarismo romanos dando continuidade aos seus predecessores. A faixa de abertura do album, entitulada apenas como XI começa com sons distorcidos de  guitarra, um monolito de distorção se forma em seus primeiros segundos, soando como um trabalho de Drone Doom, a  música segue com batidas fortes de bateria, até que o movimento da música muda e fica mais rápida. Uma voz agoniante aparece sendo gritada, a assombrada voz se mistura ao groove que a música é tomada, são 11 mins. em que o movimento
se alterna. XII, é um stoner sludge com toques de black metal, o riff principal se repete ao longo dos 8 mins com algumas pequenas variações hipnotizando o ouvinte. Em XII resalto o belo solo em meio ao tom obsecuro do album.  A música XIV encerra o album, seus primeiros segundos são de tensão até tomar um andamento mais lento.

Grey Widow nos entrega um album infernal em tons nilistas cultuando o Riff.
A mesclagem entre o Black Metal e Stoner/Doom é primorosa e honra os fãs de ambos os gêneros pricipalmente os que estão começando a escutar a música extrema.

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