TarLung – Beyond The Black Pyramid

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Through the Amp worship and the same passion for heavy slow music TarLung began its navigation within the Sludge Doom in 2013. Even with the lack of a bass, which contributes and much to maintain the weight of the sound, the band has sent its sonorous wall from Austria. The guitars in low tunings and a brutal vocal plus a hard-hitting drumset are the ingredients used by bands to drag the listener to dark places.

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After 6 months of his formation, at the end of 2013, the band recorded their debut self-titled work, the album was recorded at Deep Deep Pressure Studios. The debut was well received, the band performed gigs with names like Saturnalia Temple and Eyehategod, maintaining regular performances in Austria and Germany. Almost two years later in 2016 the band strikes back the Deep Deep Pressure Studios again to record their EP called ‘Voi’, ep maintains the quality pg the debut, having 4 songs that worship the good bluesy doom sludge rock.

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The EP came out in the cassette and digital format.

 

 

 

 

This year 2017, a few months after the release of the EP, TarLung releases their second album ‘Beyond The Black Pyramid’. The album shows us a TarLung more mature, diversified and exploring other worlds with the Riffs, but retains the rawness and the stoned fuzz spirit that makes the band what it is.

Right from the start, we can see the different tone of the instrumental track that opens the record, also in tracks like Kings and Graves and The Prime Of Your Existence.
As time passes we realise that the band paints the sound with epic tones, in fact, the band mentioned that the songs are tales, a journey through strange wars, death and human misery. The band mixes the new elements well keeping its identity, making us see the band by several other aspects. Beyond the Black Pyramid, we show a TarLung closer to Doom Sludge and further away from Stoner, taking away the bluesy aspect that the band also shown on the self-titled album and his EP.

The last few years have been very productive for the band, and everybody wins with it. The album is heavy and strong but carries something else, something that you have to figure it out for yourself because you have to listen to feel. Beyond the black pyramid is a great contribution to a Doom Sludge Stoner around the world. It’s a whirlwind of riffs that are not limited to the same space not getting monotonous.

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Através do culto ao Amp e a mesma paixão pela música TarLung, iniciou sua navegação dentro do Sludge Doom em 2013. Mesmo com a falta de um baixo, o que contribui e muito para manter o peso do som, a banda tem mandado seu muro sonoro da Austria. As guitarrras em afinações baixas e um vocal brutal além de uma bateria pesada são os ingredientes usados pela bandas para arrastar o ouvinte para lugares escuros.

Após 6 meses de sua formação, no final de 2013, a banda gravou seu trabalho de estreia, o album foi gravado no Deep Deep Pressure Studios.  Depois da boa recepvidade a banda realizou gigs com nomes como Saturnalia Temple and Eyehategod, mantendo apresentações regulares na Austria e Alemanha. Quase dois anos depois em 2016 a banda atacada o Deep Deep Pressure Studios novamente para gravação do seu EP chamado ‘Voi’, o ep mantém a qualidade do debut, tendo 4 músicas que cultuam o bom bluesy doom sludge. O EP saiu no formato cassette e digital.

Este ano de 2017, poucos meses depois do lançamento do EP, TarLung lança seu segundo album ‘Beyond The Black Pyramid’. O album nos mostra um TarLung mais maduro, diversificado e explorando outros mundos dentro dos Riffs, mas mantém a crueza e seu espirito chapado de fuzz que faz ser a banda o que ela é.  Logo de cara percebemos o tom diferente logo na faixa instrumental que abre o disco, também em faixas como Kings and Graves e The Prime Of Your Existence. A medida que o tempo passa percebemos que a banda pinta o som com tons épicos, em verdade a banda mencionou que as músicas são contos, uma jornada atráves de estranhas guerras, morte e miseria humana. A banda mescla bem os novos elementos mantendo sua identidade, fazendo com que nós
vejamos a banda por diversos outros aspectos. Beyond the Black Pyramid nós mostra um TarLung mais próximo do Doom Sludge e mais distante do Stoner, tirando mais o aspecto bluesy que a banda apresentava também no album  quanto no seu EP.

Os últimos tempos tem sido bem produtivos para banda, e todo mundo ganha com isso. O album é pesado e forte, mas carrega algo a mais, coisa que você terá descobrir por si mesmo porque temos que escutar para sentir. Beyond the Black Pyramid é um grande contribuição para a comunidade do Doom Sludge Stoner ao redor do mundo. É um turbilhão de riffs que não se limitam ao mesmo espaço não ficando monotono.

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